CIENTISTAS IRANIANOS RESOLVERAM DESVELAR O “MITO” DA VACINA CONTRA A COVID: O FÁRMACO É ALTAMENTE NOCIVO APLICADO NO INÍCIO DA GRAVIDEZ

LBI

Será que os respeitados cientistas iranianos também foram acometidos da síndrome da “teoria da conspiração”, quando resolveram pesquisar sobre os efeitos danosos da vacina contra a Covid-19 aplicada em gestantes na fase inicial da gravidez? Um novo estudo desenvolvido na Universidade de Teerã, no Irã descobriu que duas malformações congênitas raras — defeitos do septo atrioventricular (DSAV) e fenda palatina — ocorreram com mais frequência em bebês cujas mães receberam a vacina da contra Covid-19 durante as primeiras 12 semanas de gravidez, em comparação com mães que receberam a vacina mais tarde ou simplesmente não a receberam.

Ao contrário de estudos conduzidos nos EUA e na Europa, nenhuma das mulheres no estudo iraniano recebeu vacinas de mRNA — no entanto, todas as vacinas contra Covid-19 disponíveis no Irã contêm de 0,25 a 0,50 miligramas de adjuvante de alumínio, concluiu Karl Jablonowski, pesquisador sênior da Children’s Health Defense. Injeções contendo alumínio geralmente não são recomendadas para gestantes no primeiro trimestre, afirmou Jablonowski.

As participantes do novo estudo receberam vacinas contra Covid-19 com vírus inativado ou com vetor viral. Os pesquisadores mantiveram em sigilo as marcas específicas das vacinas “devido a restrições éticas e regulatórias”.

Outros estudos iranianos indicam que a vacina chinesa Covilo, também conhecida como Sinopharm, é a vacina contra Covid-19 mais comumente administrada no Irã. Essa vacina, a Coviran Barkat, e a Covaxin, produzida na Índia, estavam disponíveis no Irã na época do estudo. O estudo, publicado no mês passado na revista Sage Open Medicine, analisou 1.352 gestações em duas cidades iranianas entre 2022 e 2023.

Os pesquisadores compararam três grupos: 303 mulheres que não receberam nenhuma vacina contra Covid-19 durante a gravidez, 262 mulheres que receberam pelo menos uma dose entre a concepção e 11 semanas e 6 dias de gestação — o período em que os órgãos fetais se formam — e 787 mulheres vacinadas após o primeiro trimestre.

Os cientistas afirmaram que foram motivados por uma grande lacuna na pesquisa: a vacinação contra Covid-19 é amplamente recomendada para gestantes em todo o mundo(inclusive pelo Consórcio Mundial da Mídia Corporativa), mas pouquíssimos estudos realmente acadêmicos examinaram a relação entre a vacinação no início da gravidez e defeitos congênitos que incidem na formação dos fetos.