A sessão plenária do Supremo Tribunal Federal deste último 15 de setembro já é inédita na história, a única deliberação implícita aprovada foi a de não gastar tanto com “garotas de programa”, pelo menos em um período eleitoral. Nunca antes a podridão das instituições republicanas do Estado capitalista brasileiro apareceu de forma tão aberta diante dos olhos da população.
No plenário da Casa do Bonapartismo Judiciário da dois Togados abandonaram a votação, inclusive o atual presidente do TSE, a relatoria da investigação processual da corrupção foi contestada, integrantes da Corte chamaram uns aos outros de mentirosos e levianos, e de agir por interesses eleitorais, em favor de Lula ou Bolsonaro.
Os “vestais” Togados chegaram aos berros, enquanto discutiam quem poderia investigar, relatar e julgar seus próprios “ilibados” integrantes. Um verdadeiro circo, encerrado sem qualquer decisão sobre Moraes depois que o “coronel do sertão”, Flávio Dino, pediu vista e suspendeu o caso por até 90 dias.
A “recomendação” para que seus Supremos colegas “economizassem” nas farras eróticas e surubas, partiu é claro da Ministra “Magda Patológica”, ou melhor Cármem Lúcia, que exortou para manter o “rito sacro-santo” que até então revestia de “pureza” os golpistas Togados. Porém Cármem, não fez nenhuma recriminação ao fato da mais alta Corte estar sendo “irrigada” por contratos milionários de corporações financeiras, para a conta de “esposas, filhos, cunhados e primos” dos honoráveis juízes. “ Tudo normal” e dentro da Lei”, assinalou a bruxa personagem de Walt Disney…
