MICHELLE BOLSONARO SUBORNADA E INTEGRADA NA ELEIÇÃO DE LULA: DEEP STATE GLOBAL JOGA MUITO PESADO PARA MANTER O GOVERNO NEOLIBERAL DA FRENTE AMPLA

LBI

O Deep State Global, braço “armado” da Governança do Capital Financeiro Mundial, não para de “trabalhar” para reconduzir o pelego Lula da Silva para sua quarta gerência estatal. Seja por meio de manipulação midiática, seja por suborno e integração orgânica, e no último estágio por meio da fraude eletrônica, o objetivo estratégico do rentismo internacional é assegurar a continuidade do governo neoliberal da Frente Ampla. Desta vez o alvo do Deep State foi a cooptação da ex-Primeira Dama, esposa do boçal fascistóide Jair Messias. Michelle Bolsonaro oficializou, no último dia de 30 de junho, sua decisão de deixar a presidência do PL Mulher, ala feminina da legenda reacionária, após uma reunião a portas fechadas com o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto. Em nota oficial, a Garota de Programa, que agora é se diz evangélico, afirmou que se dedicará “Integralmente” aos cuidados de seu marido”. A ruptura de Michelle não ocorre de forma isolada, é parte de uma movimentação burguesa mais ampla para enterrar qualquer possibilidade de êxito eleitoral do candidato Flávio Bolsonaro, um representante da “extrema direita “institucional, muito incômodo para a estabilidade política do atual regime bonapartista judiciário de conciliação de classes.

Na semana anterior, a ex-Primeira-Dama utilizou seus perfis nas plataformas virtuais para divulgar um vídeo expondo episódios, qualificados de hostilidade e desrespeito, que afirma ter sofrido por parte do filhote imbecil do Messias. Utilizando como pretexto, para abandonar o “barco furado” do Bolsonarismo, Michelle levantou o conflito que teve origem na condução da aliança eleitoral do PL no Ceará, em que a “GP” defendia a candidatura da vereadora Priscila Costa, estratégia que foi frustrada pela cúpula do partido, que optou por uma coalizão com o PSDB do “coronel” Ciro Gomes.

Em sua nota lamuriosa de despedida do cargo, a prostituta da direita, agradeceu nominalmente a Valdemar Costa Neto pela autonomia concedida e mencionou a “Força das mulheres de bem”. A movimentação midiática eleitoral de Michelle, principalmente no Distrito Federal, aponta diretamente para à candidatura de Lula, e tudo indica que a “transição” foi dirigida nada menos por Alexandre de Moraes.

A “denúncia” de Michelle sobre ter sido tratada como “idiota” por Flávio Bolsonaro ao questionar as diretrizes do PL no Ceará, despertou os mais profundos sentimentos identitários policlassistas, disfarçados de “feminismo”, não por coincidência os mesmos valores ideológicos difundidos hoje pela exquerda reformista e lulopetista. A situação de “vítima” foi agravada pelo comportamento retrógrado de Bolsonaristas como Paulo Figueiredo e Allan dos Santos, que, situados nos EUA, promoveram ataques machistas histéricos contra Michelle.

A jogada da “GP”, ex-Primeira Dama da República dos Barões Capitalistas, de agora se apresentar como uma “feminista evangélica” não é propriamente uma “surpresa”, vinda das ratazanas da política fisiológica. O que realmente nos surpreendeu foi a posição dos revisionistas do PSTU que se dizem “revolucionários” e saíram em defesa de Michelle, tudo em nome da apologia que fazem do reacionário identitarismo. Segundo esses Morenistas da LIT, rasgando tudo o que escreveram no passado, a questão de gênero deve estar acima do caráter de classe.