Após o escândalo financeiro do “Master” paraguaio , o Senado e a Câmara dos Deputados se manifestaram de forma unânime pelo impeachment do presidente Santiago, o Ministério Público ordenou a sua prisão imediata. Peña foi apenas “um fusível” que “estourou”porém o esquema financeiro corrupto segue intacto. Entretanto as massas paraguaias mostraram o caminho da luta e “cancelaram” politicamente não só Peña, mas toda uma anturragem de bandidos oficiais, inclusive alguns sendo linchados em praça pública. Enquanto isso no Brasil, a exquerda reformista continua tratando ladrões milionários, como o Togado Alexandre de Moraes como “heróis da democracia”.
O Senado do Paraguai ratificou o sentimento popular e por 44 votos a zero, aprovou a destituição do presidente do país, encerrando um mandato abalado pela quebra do Ueno Bank. O ex-presidente foi detido em sua residência, em Assunção, por ordem da Justiça. Santiago não compareceu ao julgamento, e os senadores rejeitaram, por 39 votos a 3, seu pedido de mais 72 horas para preparar a defesa.
Peña é o segundo presidente eleito a ser destituído no país desde 1989, após a ditadura militar de 35 anos do general Alfredo Stroessner. O primeiro presidente havia sido o “progressista” Fernando Lugo, em 2012. Lugo que se dizia alinhado com Lula e o PT, se retirou da vida política para tratar de seus negócios particulares milionários.
