SERÁ MESMO QUE VORCARO É O CORRUPTOR “NÚMERO 1” DO REGIME?: DISTRACIONISMO E CORTINA DE FUMAÇA PARA OCULTAR AS CORPORAÇÕES FINANCEIRAS INTERNACIONAIS QUE “COMPRARAM” TODAS AS INSTITUIÇÕES REPUBLICANAS DO PAÍS 

LBI

Machado de Assis certa vez escreveu: “O diabo não é tão feio como se pinta”, parafraseando o grande escritor carioca poderíamos dizer hoje: “Vorcaro não é tão grande como se pinta”… ou melhor: O Banco Master é apenas um minúsculo ‘tamborete’ diante das grandes corporações financeiras que operam no Brasil! O fato de ter distribuído “gorjetas” milionárias para a cúpula do regime bonapartista vigente no país, não o transforma no corruptor “numero 1” da república brasileira, como quer nos fazer crer a mídia corporativa. A manobra distracionista que lançou uma “cortina de fumaça” sobre a corrupção generalizada no seio das “instituições públicas”, tem por objetivo ocultar os verdadeiros “proprietários” do Estado, desde o governo central, passando pelo Congresso Nacional até chegar a Suprema Corte Federal e seu apêndice, o TSE. O real comandante politico e econômico do nosso país não está sentado no Palácio do Planalto em Brasília, lá está apenas um gerente de turno “esquentando” a poltrona presidencial, a sede do poder está em Davos, na Suíça, ou em seu escritório administrativo itinerante no Clube de Bilderberg. Portanto o “diabo” Vorcaro é apenas um funcionário de “quinta linha”, um mero corretor de pequenos negócios do Clube de Bilderberg, que tem no Brasil representantes de bem maior calibre financeiro.

O verdadeiro retrato do Brasil, outrora desenhado pelo lulopetismo como o “país das maravilhas”, começa a revelar-se como um esgoto de podridão da “cabeça aos pés” de todas as “ilibadas” autoridades estatais. As fissuras intestinas das frações burguesas corruptas já não podem ser encobertas pela ilusão institucional, pelos ritos eleitorais fraudados ou pela liturgia “democrática”.

Sob a variedade das legendas de “exquerda” ou de direita, no atual espetáculo circense eleitoral, vai se formando um consenso na apologia coletiva das urnas roubotrônicas, que na atualidade são a porta de entrada onde se assenta toda a fraude do regime bonapartista de exceção. Ou seja não é o sufrágio universal do povo brasileiro que define os rumos da nação, mas sim os interesses de um punhado de grandes rentistas internacionais que corrompem o universo republicano do país.

Os dois principais candidatos a gerentes do Planalto divergem, quando muito, na intensidade e na forma de aplicação do “ajuste” ordenado por seus patrões em Davos, porém quanto aos fins estratégicos está mantido o acordo programático da máxima acumulação do capital para o rentismo.

É exatamente caráter de classe do Estado, e na sequência a própria essência do modo de produção contemporâneo que nenhum agente político quer debater nesta crise, nem mesmo as “alas radicais” da exquerda reformista se habilitam nessa direção. Para estes senhores que se dizem “antifascistas” de gabinetes parlamentares, o único ponto de pauta para a discussão é ajuizar(para o bem ou para o mal) Vorcaro, Bolsonaro, Mendonça, Lula, Moraes, Flávio e mais uma centena de personalidades do alto staff republicano, como se a história da luta de classes fosse feita por voluntarismos pessoais deslocados das contradições do capitalismo! Se o stalinismo nos anos 30 tentou substituir a dialética da luta de classes pela “teoria do campismo”, podemos afirmar agora que o lulopetismo tenta emplacar a “tese” da disputa eleitoral entre a exquerda social democrata versus a extrema direita institucional, como sendo o “fim da história”, ou seja a “negação final” da guerra de classes e do socialismo. Se a república toda está corrompida e podre, há que se eliminar o “fungo” que a tornou imprestável e não somente as “formigas” que transitam as “bactérias”.  É preciso queimar as raizes do capitalismo financista com a chama da Revolução Proletária!