A Social Democracia sempre afirma ser a “verdadeira mudança”, a única força política capaz de “derrotar a direita”, mas na realidade da luta de classes, por falta de um genuíno programa socialista, nunca muda nada, apenas azeita a máquina da troca de gerentes estatais. Subservientes aos interesses do capital financeiro internacional continua “trabalhando” para facilitar os lucros das grandes corporações transnacionais. Entretanto a Social Democracia não se cansa de vangloriar seu suposto “caráter popular”, enquanto concede ao povo apenas poucas migalhas econômicas. Não resolvem os problemas estruturais do proletariado, que farto de tanta demagogia populista, muitas vezes em conjunto com grandes segmentos sociais, desprovidos de consciência política, acaba votando no fascismo institucional. Foi o que aconteceu na Colômbia, e como em tantos outros países.
O candidato de extrema-direita institucional, Abelardo de la Espriella(apoiado por Trump e vetado pelo Deep State ianque), venceu o segundo turno das eleições presidenciais deste último domingo na Colômbia. Sua vitória eleitoral foi muito apertada contra o Social-Democrata Iván Cepeda, a apuração preliminar mostra uma pequena diferença de apenas 250 mil votos entre os dois projetos eleitorais, distintos na superfície política e idênticos no conteúdo de classe.
De la Espriella está à frente com 49,66% dos votos (12.957.471), enquanto Cepeda tem 48,70% (12.707.570), com 99,98% dos votos apurados, segundo dados divulgados pelo Registro Nacional do país. O atual presidente colombiano, Gustavo Petro, afirmou em sua conta no Twitter que nenhum vencedor pode ser declarado neste momento, visto que se trata de uma apuração preliminar e os resultados finais ainda estão pendentes. Porém, Petro foi mais além, acusando Israel e o Mossad de controlarem os softwares da totalização eletrônica das urnas. Qualquer observador mais atento, sabe muito bem que as urnas eletrônicas, sem nenhuma comprovação física do voto, abrem espaço para a fraude eleitoral, operada diretamente pelo Deep State Global. O que faltou Petro afirmar, foi que neste caso a fraude eletrônica ajudou seu candidato a ficar “colado” com o ultra reacionário Espriella. Tudo para passar a imagem teatral de uma eleição disputada “cabeça a cabeça”.
Petro também declarou: “É a contagem dos votos que determina quem será o presidente. Obedecerei aos juízes. Por favor, mantenham a calma dos cidadãos. A realidade é que nosso país está dividido em dois, e a interferência estrangeira está nos roubando a liberdade. Um acordo nacional é essencial se quisermos manter nossa nação e a paz nos próximos anos.” É o velho discurso surrado da “união nacional”, que pretende por um fim a “polarização de classes”…e tudo isso embrulhado na proposta de um novo “pacto social”…
