O governo do Yemen, sob a liderança política do Movimento dos Rebeldes Houthis, decidiram retomar os ataques com mísseis e drones contra Israel e as rotas marítimas na região, em apoio militar ao Regime Nacionalista do Irã, informaram as agências de notícias AP e a Reuters, citando fontes do alto escalão dos Houthis. Uma autoridade do governo do Yemen indicou que as forças do Movimento Houthis poderiam realizar seu primeiro ataque “ainda esta noite”.
Enquanto o Yemen assumiu uma corajosa posição de alinhamento incondicional com a nação persa, atacada pelo imperialismo e seu sócio sionista local, os governos da Rússia e China se limitaram a emitir notas diplomáticas “Lamentando o bombardeio ao Irã”, sem realizar nenhuma ação militar concreta contra o enclave de Israel, ou mesmo fornecer algum apoio logístico bélico ao regime nacionalista burguês dos Aiatolás.
Desta forma desmorona as teses da esquerda reformista, que afirmavam que os governos integrantes do Brics “estariam solidários entre si”, diante de um ataque do imperialismo ianque. Não moveram uma “única palha” quando a Venezuela foi agredida e tampouco agora no bombardeio ao Irã. A única diferença crassa nesta conjuntura, é que o governo de Teerã não aceita ser subjugado pela Casa Branca, como desgraçadamente ocorreu em relação ao atual regime Chavista.
