O PCO, sob o comando do decrépito Rui Pimenta, diante da escassez de verbas do PT na direção de alimentar o seu caixa particular, resolveu votar nulo no segundo turno, adotando uma tímida linha política “opositora” em relação à candidatura do pelego Lula. Foi uma decisão movida mais pelo “bolso” do que por uma alteração programática estratégica do PCO, uma espécie de “protesto” por ter sido cortado da folha de pagamento da Secretaria de Comunicação, dirigida anteriormente pelo ex-ministro e deputado federal Paulo Pimenta.

Entretanto o que poderia apontar para uma denúncia vigorosa da escandalosa fraude cometida pelos corruptos Ministros Togados do STF/TSE, que outorgaram institucionalmente o roubo operado pelas urnas eletrônicas, dando a vitória de Lula pela via da “mão grande”, não ocorreu nas mídias do PCO! Muito pelo contrário, Rui Pimenta apesar de criticar o venal Alexandre Bilionário de Moraes, reconheceu a sentença estelionatária do STF/TSE empossando Lula para seu quarto mandato neoliberal.
Desta forma o PCO se juntou com a escória da exquerda reformista, que inaugurou um novo campo político no país: O lulopetismo crítico. O revisionista PSTU parece liderar essa nova franja política contrarrevolucionária que também agrupa o MRT, (T)POR, CST e OCI(antiga “Esquerda Marxista”). Até mesmo os stalinistas da UP e “Nova Democracia” sucumbiram à pressão da famiglia Marinho(Rede Globo) para legitimar a descarada fraude eleitoral.
Esse time lulopetista de “segunda linha”, apesar de eleitoralmente insignificante, é indispensável para a sobrevivência do governo burguês da Frente Ampla continuar disseminando ilusões políticas no movimento de massas, de um suposto “anti-imperialismo”, que não verdade não passa de um vulgar servilismo de colaboração de classes.
