DIREITISTA “REAÇA” FLÁVIO BOLSONARO VENCEU O PELEGO NEOLIBERAL LULA DA SILVA… MAS O RESULTADO PODE “VIRAR” NO SEGUNDO TURNO: O DEEP STATE GLOBAL DECIDIRÁ QUEM SERÁ O PRÓXIMO “CEO” DO BRASIL!

LBI

As urnas “roubotrônicas”, com a totalização virtual pelo “Supercomputador” do TSE dos votos que não tem comprovação física, operaram a fraude nas eleições presidenciais no Brasil de 04 de Outubro que garantiram a ida do pelego neoliberal Lula (PT) para o segundo turno contra o representante da direita institucional, o pateta reacionário Flávio Bolsonaro (PL). Esse quadro significa que o resultado ainda pode “virar” até 25 de Outubro, quem decide não é o voto popular soberano e sim o imperialismo financeiro global! São as grandes corporações, o rentismo, a Big Pharma e os “clubes” dos barões do capital quem escolherá qual será seu próximo “CEO” no Brasil por isso controlam o sistema eleitoral eletrônico em nosso país! 

Como o BLOG da LBI denunciou no próprio dia do pleito, o sistema eleitoral eletrônico, controlado diretamente pelo Deep State planetário, operou no Brasil alojado na embaixada norte-americana e deu ordens diretas ao vassalo corrupto Kássio Nunes Marques e seu séquito togado. Em uma eleição nacional “disputadíssima”, um circo que envolveu milhares de pessoas, a ida de Lula ao segundo turno após a pausa de 1 hora (entre 19:06 e 20:06) na totalização virtual do TSE, com o algoritmo manipulando o voto popular, foi possível porque não se pode auditar para saber se o resultado foi real ou se houve manipulação da vontade popular, não há possibilidade de recontagem manual. Por exemplo, alguém consegue explicar como um candidato (Flávio Bolsonaro) só cai sem subir depois da retomada na totalização na noite de domingo e o outro só ascendeu, como Lula? Uma linha reta, sem ZERO oscilações com o resultado final sendo 47,03 % X 45,16% menor da história entre candidatos no 1º turno. Não há no mundo real uma apuração com tais padrões retilíneos, mas no Brasil isso não só é possível como ocorreu, foi imposta por urnas gerenciadas por um software norte-americano controlado pela CIA. 

A ida de Lula ao segundo turno foi “cantada” pela DataFolha, o “Instituto” oficial da fraude eleitoral que “analisava” as projeções da apuração do TSE, com a totalização do nordeste sempre sendo a mais lenta.Na medida que a totalização foi retomada Lula encostou em Flávio Bolsonaro (que ficou na dianteira até cerca de 64% dos votos apurados) para na sequência o petista encostar (47X45), consolidando assim o resultado que garantiu a segunda volta e deixou a “disputa” em aberto.

A apuração foi paralisada por mais de uma hora, quando Flávio Bolsonaro estava a menos de 0,5% de votos de vencer no primeiro turno, e quando voltou sua votação havia despencado mais de 2% e a de Lula aumentado mais de 3%. Registre-se que a contagem para os governos e demais cargos não foi paralisada, apenas para presidente. Uma interrupção de cerca de uma hora no momento mais sensível da apuração presidencial deixou uma pergunta que ainda não recebeu uma resposta completa.

Para disfarçar o corrupto Kassio Nunes Marques, explicou que a demora na divulgação dos resultados ocorreu por causa de um congestionamento de dados. Segundo ele, a área de tecnologia identificou um volume de informações acima do normal no sistema responsável pela divulgação. O ministro também afirmou obviamente que a apuração e a totalização dos votos não foram prejudicadas.

O ponto que chamou atenção, porém, foi a forma como os números apareceram antes e depois da interrupção.

Por volta das 19h, quando aproximadamente 64% das seções já haviam sido contabilizadas, Flávio Bolsonaro aparecia com 49,58% dos votos, enquanto Lula tinha 42,25%. A diferença naquele momento era de pouco mais de sete pontos percentuais. Depois de aproximadamente uma hora, a atualização voltou já em outro patamar. O percentual de urnas passou de 64,81% para 84,96%, um salto de cerca de 20 pontos. Nesse novo boletim, Flávio registrava 48,47%, enquanto Lula chegava a 43,49%. A vantagem, portanto, havia diminuído para cerca de cinco pontos. A partir dali, a diferença continuou caindo até o encerramento da apuração, quando terminou em aproximadamente 1,9 ponto percentual. O desmoralizado Kássio Nunes, que opera a serviço do capital financeiro as altas cortes da justiça burguesa (STF, TSE) orquestrou o conluio para reduzir os votos do bufão reacionário da direita institucional 

No Brasil o voto é 100% virtual, sem nenhuma comprovação impressa e tampouco possibilidade alguma de auditagem por parte dos partidos ou organizações sociais. Não por coincidência a tecnologia desse sistema eletrônico de coleta e totalização dos votos pela via integralmente virtual, é uma patente norte-americana, onde detém até hoje a “chave” (algoritmo) do processo informatizado.

As negociações em curso para garantir a ida de Lula para o segundo turno mobilizou desde o alto staff da Globo (como Merval Pereira) até os operadores do Deep State Global que comandam a totalização virtual de votos com o controle do software dos computadores do TSE. A “engenhoca” eletrônica eleitoral é uma “coisa nossa”, menos é claro no software que a opera, este é patenteado norte-americano, e que até hoje o TSE não tem acesso ao seu código fonte original. Não existe correspondente em nenhum país do planeta, e muito menos nas nações mais desenvolvidas em informática, uma urna eletrônica que não emita impresso o voto do eleitor para posterior aferição em caso de suspeita de fraude.

O sistema é gerenciado diretamente por um software operado por um “Supercomputador” (Oracle) controlado por uma empresa-espelho ligada ao Departamento de Estado norte-americano para impor os interesses do imperialismo ianque preservando a “fachada democrática” do processo do voto eletrônico. A contagem de votos das urnas roubotrônicas brasileiras é feita pela Oracle, empresa-fachada da CIA, ela foi fundada em 1977 como um projeto estratégico financiado pela CIA fundamental para a criação do estado de vigilância mundial controlado pelo imperialismo ianque.

Para operar a fraude os togados recorreram ao velho truque de que o Nordeste garantiu a vitória de Lula, sendo a Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte o palco principal desse roubo. Estados como Alagoas, onde os candidatos apoiadores do Bolsonarismo ganharam o governo e o senado… Lula ganhou para presidente!  A vantagem de Lula em Alagoas,  foi de 54,73% dos votos, contra 40,45% de Flávio Bolsonaro. No estado, JHC (PSDB) foi eleito governador. Ex-prefeito de Maceió e apoiado por Flávio Bolsonaro, ele venceu Renan Filho (MDB), nome apoiado por Lula.

Na verdade, os dados oficiais do TSE no Nordeste só começaram a ser computados integralmente e somados ao restante do país retardatariamente, exatamente para garantir a virada de Lula sobre Bolsonaro com quase 64% dos votos apurados, que ganhava folgadamente do petista no sudeste e em todas as regiões do país, a despeito das pesquisas fraudulentas.

Fica cristalino para quem conhece bem a história de lutas do Nordeste, que a liderança eleitoral de Lula na região não advém da preferência popular pela Frente Ampla burguesa, mas sim do firme apoio das principais oligarquias capitalistas desta parte do Brasil dado ao PT. 

O próprio PCO, apoiador “crítico” do Lulopetismo, foi forçado a reconhecer que “algo parece estar ocorrendo” na totalização do TSE quando os votos de Rui Pimenta para presidente não correspondem ao dados a seus candidatos proporcionais, apesar de não do PCO não ousar questionar o sistema eletrônico virtual de conjunto!

Como a Governança Global do capital financeiro aposta todas suas fichas na alternativa Lulopetista para conter a radicalização das massas diante da crise mundial do imperialismo, para consumar a fraude eletrônica nada mais “ajustado” do que “fabricar” votos virtuais no Nordeste, região que supostamente apoia o velho pelego da colaboração de classes. 

Um dado fundamental é que foram às urnas 6 milhões de pessoas para votar nulo (3,6%) e branco (2,2%). Esse “Voto de protesto militante” foram dos que saíram de casa para rechaçar este regime podre, isto sem falar em mais de 33 milhões (21.08%) de “abstêmios” que ficaram em casa no maior não comparecimento eleitoral da história desde 1998….Em 2022, a taxa de cidadãos que não compareceram às urnas na 1ª rodada foi de 20,95%. Em 2018, havia sido de 20,33%….

A nova fraude, agora a ser operada em 25 de Outubro, que pode garantir a “vitória” de Lula, o que é uma operação muito delicada tendo em vista o ódio popular contra seu governo (vide a votação no direitista Flávio), vai ser operada justamente em cima dos eleitores que não compareceram, que devem agora constar como votantes no algoritmo manipulado do TSE!

A análise Marxista criteriosa da LBI aponta neste balanço inicial que esse resultado eleitoral de uma reduzida margem de diferença em favor de Flávio contra Lula, a Governança Global do Capital Financeiro irá controlar diretamente o novo governo e arrancar compromissos com uma agressiva plataforma imperialista e neoliberal que inclui avançar nas privatizações (Correios, Petrobras) e implementar a reforma administrativa, atacando direitos e conquistas históricas dos trabalhadores, além de abrir de vez a Amazônia

A exquerda domesticada que se corrompeu ao capital financeiro internacional é agora a maior apologista da urna eletrônica, dando legitimidade ao processo eleitoral fraudulento, em benefício próprio. A Frente Ampla burguesa, encabeçada pelo PT é hoje a ponta de lança dos interesses imperialistas no Brasil, é contra os objetivos históricos da classe operária. 

A LBI reforça se chamado a Votar Nulo e boicotar o circo eleitoral de democracia fraudada, combatendo as duas candidaturas burguesas (Lula e Flávio) a serviço do grande capital, um dos dois sendo escolhido pelo Deep State Global para ser seu “CEO” no Brasil!