CONLUIO DOS ASSASSINOS DE ISABELLE COM A POLÍCIA CIVIL E PERÍCIA FORENSE DO GOVERNO ELMANO: A INVEROSSÍMlL VERSÃO DO SUICÍDIO FOI MONTADA COM ADULTERAÇÃO DA CENA DO CRIME!

LBI

A cada dia que passa fica evidente que está sendo montada uma farsa para proteger os assassinos da jovem Isabelle Caracrist, com a grande mídia corporativa do Estado do Ceará passando a inverossímil versão de que ela suicidou-se. Trata-se de um conluio entre os criminosos (João Munhoz e sua mãe Sara Regina, que ocupa alto cargo na corrupta e mafiosa Secretaria de Adminstração Penitenciária-SAP), a síndica do condomínio de luxo, o grupo de comunicação Verdes Mares e a Polícia Civil/Perícia Forense do Governo Elmano de Freitas (PT). A peça central desse engodo é a adulteração das imagens das câmaras internas do condomínio, visando inocentar João Munhoz, alegando que ele não estava no local do crime na hora do ocorrido. A Polícia e a Perícia atuaram de forma flagrantemente ilegal e fora dos protocolos elementares: não comunicaram a família da vítima, levaram o corpo ao IML na condição de indigente (sem documentação) e somente foram fazer as averiguações no apartamento do namorado dias depois, tudo armado para dar tempo a adulteração da cena do crime… enquanto a síndica afirmava cinicamente que o barulho ouvido com a queda do corpo era na “verdade” devido a uma “vidraça que quebrou” sendo por sua vez mandado limpar imediatamente o local do crime, justamente o apartamento da dupla de assassinos da elite dominante cearense com relações privilegiadas com o poder burguês local!

A trama não se sustenta porque uma hora antes de ser morta Isabelle Caracristi enviou áudios e mensagens do seu próprio celular a um parente relatando graves problemas no relacionamento doentio com João Munhoz Neto. Em uma das mensagens, ela pediu que o familiar não apagasse o conteúdo e afirmou que o áudio deveria ser preservado como prova caso algo acontecesse com ela, fazendo uma afirmação direta sobre o namorado: “João é doente, não acredite nele”. Isabelle dizia se sentir explorada no relacionamento, também teria mencionado episódios de ciúmes, controle e dificuldades para visitar familiares. Em outra conversa, afirmou que queria ficar sozinha e que não pretendia continuar o relacionamento! Não resta a menor dúvida que foi morta pelo canalha mentiroso e sua mãe doentia e cúmplice!

Peritos forenses independentes já desmontaram essa farsa denunciando as imagens recortadas com frames modificados, horários alterados no programa de gerenciamento das câmeras internas, cenários com luminosidades diferentes das horas das imagens da portaria, veículos que não correspondem aos da saída e chegada de João Munhoz no prédio para ir a uma missa que durou mais de 2 horas, com ele se reunindo posteriormente com a Perícia Forense e a Polícia no subsolo de condomínio, cujas equipes transportavam o corpo de Isabelle sem documentação para o IML, na condição de indigente em um prédio de classe média alta em que os porteiros e vizinhos conheciam a vítima!!! Enquanto isso, a síndica acobertava o ocorrido… e ordenava que nenhum parente de Isabelle tivesse acesso imediato ao prédio dando depois as imagens adulteradas sem o vídeo completo para a oligárquica TV Verdes Mares fazer seu papel de dar ares de verdade a tese inverossímil de suicídio!

Os criminosos, além de bloquearem seus telefones celulares e redes sociais para não terem contado com a mãe e parentes da vítima, sequer foram ao velório ou enterro de Isabelle e fugiram do local, ficando escondidos por vários dias sem convenientemente serem localizados pela polícia. Logo colocaram o apartamento limpo (alterada a cena do crime) à venda imediata!! Alguma dúvida que trata-se de um ardiloso plano de acobertamento com o suporte da grande mídia, Polícia Civil, Perícia Forense e do próprio Governo do Estado, do qual Sara Munhoz ocupa alto cargo de confiança na mafiosa SAP?

O cinismo é tão grande que os advogados de defesa da dupla criminosa disseram que a ausência de João Munhoz e sua mãe no velório se deu porque estavam “abalados e medicados”! São os mesmos pilantras que sequer deram um telefonema para a mãe de Isabelle e a bloquearam, os mesmos que não tiveram qualquer contato com os parentes da jovem estudante! Os advogados de defesa de ambos até reconhecem que foi um procedimento “moralmente questionável” mas alegam que não é crime tal conduta, usando esse pretexto para engrossar a tese do suicídio difundida pela grande mídia corportativa que tem relações íntimas com o Clã Munhoz desde os tempos que o pai de João era conselheiro da OAB e advogado de clientes “vip”, cujos  grandes escritórios “top” são contratados justamente para acobertar os crimes da elite oligárquica local como vemos no caso do Banco Master de Vorcaro, com o também inverossímil “suicídio” de Sicaro em uma cela da PF, eliminando assim seu mafioso “faz tudo”!