GOVERNO ELMANO SUPOSTO “DEFENSOR DAS MULHERES”: PROTEGE O ASSASSINO DA JOVEM ISABELLA, MÃE OCUPA ALTO CARGO NA SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁRIA DO CEARÁ

LBI

O assassinato da jovem estudante de Direito Isabella Caracristi, 22 anos, que morreu há mais de uma semana ao ser jogada do 23º andar de um condomínio de luxo de Fortaleza, sem que os responsáveis até agora tenham sido identificados e presos pela Polícia Civil do Estado do Ceará revela algo tão grave quanto o crime em si: o assassino, João Munhoz Neto e sua mãe, Sara Regina Alexandre Munhoz, que organizou a fuga do seu filho, estão sendo protegidos pelo Governo Elmano de Freitas (PT). 

Sara Munhoz ocupa um alto cargo no governo petista, ela é Coordenadora de Execução da Saúde Prisional (COSAP) da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária), responsável por liberar presos que alegam estar doentes, função estratégica que lhe dá amplo poder de barganha na nebulososa estrutura interna da SAP e junto às facções criminosas.

Não por acaso, a direção mafiosa da SAP está junto com a cúpula corrupta da polícia de Elmano operando o “modo tartagura” para não avançar nas investigações, tanto que sequer deteve Sara para averiguações apesar dela ter sido localizada “escondida” em uma casa de praia na região metropolitana de Fortaleza, apenas foi cumprido um mandado de busca e apreensão de um celular e o tablet, estando a cúmplice de seu filho assassino totalmente livre para continuar a encobrir as provas do crime.

Até agora a mídia corporativa, em particular o grupo Verde Mares e seu jornal Diário do Nordeste, vem patrocinando informalmente a versão de suicídio de Isabella, divulgando vídeos com datas e horas claramente adulteradas que mostram ela subindo sozinha para o 23º andar para dar ares de verdade a versão fantasiosa, visando acobertar o filho bandido de Sara. 

O Clã Munhoz tem fortes vínculos oligárquicos com o poder local, tanto no governo Elmano, como na OAB-Ce (cujo pai falecido foi conselheiro), assim como nos escritórios de advocacia para clientes privilegiados, como é o caso do próprio João Munhoz Neto. Esse pilantra enganou Isabella desde o início se passando por advogado “sênior” do escritório da família a fim de ganhar a confiança da vítima, quando na verdade nem inscrição na OAB tinha, não passava de mais um “playboy” mauricinho que usa (ela estava grávida), descarta e até mata com a “segurança” de ficar impune pelo podres poderes estatais! 

O canalha e sua mãe cúmplice, criminosos burgueses protegidos até agora pelo governo, nem sequer se deram ao trabalho de encenar dor pela morte da namorada, não foram ao velório ou enterro, sequer um telefonema para os parentes de Isabella foi dado. A professora universitária e mãe de Isabella, Isorlanda Caracristi, soube do ocorrido pela síndica apenas um dia após a morte, quando foi ao condomínio de luxo, que sua filha tinha sido levada para o IML praticamente na condição de indigente. A direção da Polícia Civil e do IML cearenses também não fizeram qualquer contato oficial com a maẽ de Isabella, justamente para dar tempo a fuga de João Munhoz assim como para possibilitar a adulteração das provas do crime por ele, Sara e outros cúmplices que chegaram ao local do assassinato!

Nesse cenário de acobertamento estatal até as “feministas” do PT ficaram caladas diante do crime bárbaro, as parlamentares petistas sequer foram ao ato de solidariedade convocado espontaneamente por populares em frente ao condomínio neste domingo (20.09). O governador Elmano ordenou que o partido e seus representantes se mantivessem distantes dos protestos para não respingar no seu governo e na sua candidatura à reeleição!

Desde a LBI denunciamos o Governo Elmano que está protegendo os assassinos de Isabella, sendo também cúmplice desse feminicídio abjeto! Estamos solidários com a família de Isabella Caracristi, que está claramente intimidada apesar das denúncias públicas de sua corajosa mãe, obrigada a colocar a “boca no trombone” para não ver o caso totalmente abafado!

O “caso Isabella” trata-se de um típico crime que está sendo acobertado pelo governo petista que se diz “defensor das mulheres”, mas que junto com a atuação da mafiosa estrutura de segurança do estado está atuando para a protelar a solução do caso a fim de deixar os Munhoz livres ou pelo menos temporariamente protegidos! Esta é mais uma prova que Elmano e o PT comandam um governo de bandidos burgueses a serviço das oligarquias reacionárias que precisa ser derrotado pela mobilização popular e a luta direta dos trabalhadores!