Após o facínora Trump impor o fechamento do espaço aéreo venezuelano neste sábado (29/11) ativando uma interferência eletromagnética na região do Caribe, caças F/A-18E/F Super Hornet pertencentes ao grupo de ataque do porta-aviões USS Gerald R. Ford foram avistados hoje operando com transponders ligados na região costeira norte da Venezuela, em mais uma demonstração do poder naval dos Estados Unidos no hemisfério ocidental. Os exercícios militaeres utilizam também o território e instalações bélicas de Trinidad Tobago que fica somente a 11 km da Venezuela em uma aberta provocação que aponta para um bombardeio aéreo!

Segundo fontes de inteligência de observação por redes sociais, aproximadamente 20% da frota atualmente desdobrada da Marinha dos EUA está sob a jurisdição do United States Southern Command (SOUTHCOM) — reforçando ainda mais a dimensão estratégica do movimento.
O grupo de ataque do Gerald R. Ford entrou no mar do Caribe no dia 16 de novembro de 2025, sob o pretexto de operações de interdição ao tráfico de drogas, mas sua proximidade com a Venezuela pode indicar outros objetivos estratégicos.
A presença dos Super Hornet voando com transponders ativados — o que permite sua detecção por radares civis e militares — constitui um gesto de provocação em um claro sinal da presença da força naval dos EUA.
A Venezuela denunciou a presença como provocadora e afirmou considerar a movimentação parte de uma potencial “situação de cerco”. É preciso rechaçar essa nova provocação militar imperialista contra o governo Maduro e estabelecer a unidade de ação com o regime burguês para derrotar o imperialismo ianque!
