IMPERIALISMO IANQUE ENVIA TROPAS PARA O CARIBE E FRONTEIRA DO PARAGUAI COM O BRASIL: MAS NESTE CASO “O DEFENSOR DA SOBERANIA NACIONAL” FICOU BEM CALADINHO….

INTERNACIONAL

O imperialismo ianque, seja qual for o gerente de plantão da Casa Branca, continua seu curso militarista. O Pentágono enviou mais de 4.000 soldados, um avião de reconhecimento Boeing P-8 Poseidon, um submarino de ataque nuclear, um cruzador de mísseis guiados e contratorpedeiros para águas caribenhas. E não ficou por aí, com o pretexto de combater supostas conexões do Hezbollah, também enviou um destacamento “Ranger” para a fronteira do Brasil com Paraguaio e Argentina.

Desta vez, a justificativa é combater cartéis de drogas e o envio de fundos para grupos fundamentalistas islâmicos. Outras vezes, é a “luta contra o terrorismo”, e às vezes até invocam razões “humanitárias”. A consequência é que as tropas imperialistas estão espalhadas por todo o mundo, incluindo submarinos de ataque nuclear, sempre muito úteis na “guerra às drogas”.

As tropas e o equipamento militar serão transferidos para o Comando Sul dos Estados Unidos porque os narcotraficantes também representam um perigo para o que a CIA chama de “segurança nacional”, que pode abranger qualquer coisa que se possa imaginar, desde o banditismo até organizações revolucionárias.

A operação pode indicar a preparação de uma “operação especial” no território de um país, como a Venezuela, por exemplo. Washington insiste em negar a legitimidade de Maduro e o acusa de liderar o Cartel dos Sóis, uma organização criminosa envolvida no tráfico internacional de drogas.

A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, já aceitou “criticamente” a possibilidade de interferência dos EUA nos assuntos de seu país. Por sua vez o “nacionalista” Lula está patrocinando operações militares conjuntas com o Pentágono no Nordeste do Brasil, e ficou bem caladinho diante do deslocamento de forças especiais ianques para a fronteira do Brasil, Paraguai e Argentina. O presidente colombiano, Gustavo Petro, declarou apoio à política antidrogas de Trump, e até levantou a possibilidade de cooperação militar nessa questão.