Foram dias de sofrimento pessoal para um revolucionário que não colocava no seu “cardápio de opções” a rendição ou ser corrompido pela burguesia “democrática”, com as doenças que lhe atingiram e a sua companheira, Jenny, que faleceu um pouco antes no dia 2 de dezembro de1881. Ao tomar conhecimento da morte de Jenny, Engels comentou: “O mouro morreu também”. E não se enganava. Já debilitado, com problemas pulmonares, no dia 14 de março de 1883, o genial mestre e dirigente da classe operária faleceu repentinamente enquanto repousava numa cadeira em seu aposento de trabalho. No sepultamento de Marx, sem pompas ou cerimonial, como era seu desejo, junto à esposa, colaboradora e companheira de toda a vida, Engels discursou: “… É praticamente impossível calcular o que o proletariado militante da Europa e da América e a ciência histórica perderam com a morte deste homem”. Humildemente nos juntamos a assertiva de Engels para afirmar: Marx está mais vivo do que nunca, na luta do proletariado mundial pela Revolução Socialista!
Ironicamente, na data de hoje morreu um dos principais representantes da Escola de Frankfurt, o filósofo Habermas, cujo fio condutor teórico de sua vasta obra anti-marxista foi justamente a apologia da democracia burguesa. Os que pretendem traficar as ideias da Social Democracia como sendo parte do legado marxista, como por exemplo no Brasil a esquerda domesticada, lulopetista, devem “tirar as mãos” imediatamente de toda a genial obra literária deixada por Karl Marx!
