Há exatamente uma semana, em 28 de fevereiro, o Ministério da Defesa do enclave israelense anunciou o lançamento de um ataque “preventivo” contra a República do Irã para “eliminar ameaças ao Estado de Israel”. Mais tarde, o próprio presidente dos EUA, o genocida Donald Trump, confirmou que as forças de Washington haviam se juntado à agressão militar contra a nação persa. De lá para cá, a nação persa vem resistindo heroicamente a agressão imperialista, fechando o Estreito de Ormuz, impondo baixas nas tropas ianques-sionistas, destruindo radares e danificando bases, aeronaves e porta-aviões na região.
Apesar da morte do Aiatolá Khamenei, o comando das Guarda Revolucionário vem atuando para defender o país e impor baixas aos aliados dos EUA e Israel na região. Os dados oficiais do governo genocida de Netanyahu tentam minimizar a dimensão do desastre, mas as imagens e a realidade mostram que a resposta do regime iraniano após o covarde martírio do Aiatolá Khamenei é maior do que o esperado.
Vamos apoiar essa ofensiva militar do regime nacionalista burguês contra o imperialismo, ao mesmo tempo em que é necessário impulsionar o armamento massivo de toda população persa de forma totalmente independente para derrotar o sionismo e também qualquer passo atrás eventualmente dado pelo novo Aiatolá que irá comandar o país.
Pelo menos 650 soldados das forças imperialistas e seus aliados ficaram feridos ou morreram após ataques iranianos com mísseis contra bases norte-americanas, informou a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC). Um exemplo é que o mega porta-aviões norte-americano USS Abraham Lincoln, o segundo maior da frota naval imperialista, foi atingido por quatro mísseis balísticos iranianos. Por sua vez, Israel perdeu o acesso da Dimona nuclear e sofre enormes perdas de 11 cientistas Nucleares, 6 generais das IDF, 198 oficiais da Força Aérea, 462 soldados e 32 Agentes da Mossad nos primeiros 3 dias ou retaliação iraniana.

O governo genocida dos EUA continua a manter-se em silêncio sobre o número real de seu soldados e militares aliados ao Pentágono mortos nos ataques iranianos, apesar de o principal responsável pela segurança do Irã, Ali Larijani, já ter declarado que centenas de militares inimigos foram mortos nos primeiros dias da guerra da tentativa de pilhagem da nação persa. O regime nacionalista burguês iraniano não pode ser comparado ao setor hegemônico chavista corrupto, que logo claudicaram diante da Casa Branca no primeiro momento.
Os bombardeios iranianos nos países subjugados pelo imperialismo, além do território ocupado pelos judeus, como em Haifa e nas Colinas de Golã, provaram que o “Domo de Ferro” sionista começou a sofrer de “saturação” e esgotamento, e não conseguiu preservar a vida de seus recrutas e oficiais.
O Hezbollah entrou na guerra ao lado do Irã e a “Operação Vingança” já alcançou o território israelense! Trata-se de um justo ato concreto de vingança no terreno militar enquanto os chamados “Amigos do Irã” como a Rússia e a China (que integram os Brics) nada fazem além das protocolares lamentações diplomáticas que de nada serve para barrar a ofensiva do imperialismo ianque e do Israel contra a nação persa! O Yemen assumiu uma corajosa posição de alinhamento incondicional com a nação persa, atacada pelo imperialismo e seu sócio sionista local.
Os Marxistas Leninistas da LBI, desde nossas modestas forças políticas no Brasil, convocam a classe operária mundial a cerrar fileiras no apoio militar incondicional ao regime nacionalista burguês dos Aiatolás. A principal tarefa de ação direta do proletariado internacional neste momento é a destruição completa do “monstro sionista”!
Desde a LBI apoiamos a formação de brigadas internacionalistas e a convocação de novas manifestações no Brasil e no mundo para rechaçar a guerra contra a nação persa e defender sua vitória militar para destruir o enclave terrorista de Israel!
