O próprio Fórum Econômico Mundial em Davos iniciou uma suposta investigação sobre seu presidente executivo e um dos CEO’s da Governança Global do Capital Financeiro, em relação aos seus laços econômicos com o falecido criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein. A enorme pressão social acerca dos escândalos da “Ilha Epstein” obrigou os rentistas internacionais a ter que “sacrificar” um dos seus.
Segundo a nota oficial do seleto clube que controla os governos burgueses de todo o planeta:”O Fórum Econômico Mundial busca esclarecer revelações recentes a respeito de seu presidente e CEO, Borge Brende, e sua participação em três jantares de negócios com Jeffrey Epstein, bem como as subsequentes comunicações por e-mail e mensagens de texto”, afirmou a secretaria de Davos, conforme relatado pela agência AFP.
Ainda segundo a mídia corporativa, o conselho de administração do Fórum solicitou que o “comitê de auditoria e risco investigasse o assunto, o qual posteriormente decidiu iniciar uma revisão independente”.
Na última semana, o Departamento de Justiça dos EUA divulgou três milhões de páginas de arquivos judiciais relacionados ao caso Epstein, como parte das divulgações feitas sob a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, aprovada em novembro após meses de pressão pública e política sobre o Congresso Norte-Americano.
No bojo destes arquivos, pode encontrar preferencialmente figuras importantes da classe dominante mundial ligadas diretamente ao setor globalista da burguesia imperialista, como Bill Clinton, Bill Gates, Barak e também nomes vinculados ao soberanistas ianques, como Elon Musk e Donald Trump. Para além dos convescotes sexuais, o principal tema na “Ilha Epstein” era a centralização política de um governo global na mãos de rentistas financeiros.
