O pelego Lula da Silva, que foi um parceiro político próximo de Hugo Chávez durante a “primeira onda” da “Maré Vermelha” no início do deste século, hoje é um dos principais detratores do regime nacionalista burguês Bolivariano. Na manhã do último sábado, Lula publicou uma declaração vergonhosa na Rede X: “Os bombardeios em território venezuelano e a captura de seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável”.
Como um capacho do imperialismo ianque, Lula omitiu ostensivamente os Estados Unidos ou o chacal Donald Trump como autores dos referidos bombardeios e do sequestro do presidente Maduro, tratado pelo velho pelego petista como “captura” e não como uma ação ilegal e criminosa.
Em vez disso, concluiu: “A comunidade internacional, por meio das Nações Unidas, precisa responder vigorosamente a este episódio. O Brasil condena essas ações e permanece à disposição para promover o caminho do diálogo e da cooperação”.
Essa declaração covarde de submissão completa a Casa Branca, representa a continuidade da crescente colaboração econômica e comercial de Lula com Trump nos últimos meses. Como já denunciamos , Lula tem mantido uma série de conversas com o presidente fascista dos EUA, oferecendo-se para mediar os interesses de pilhagem de Washington na Venezuela e promovendo a agenda de rapinaria petroleira do reacionário Trump.
A classe operária brasileira e mundial deve delimitar-se programaticamente desta variante Social Democrata pró-imperialista, representada por Lula e seu entorno da exquerda reformista, que permeia desde os Morenistas de “segundo turno”, até os apoiadores “puro sangue” de primeira linha, como o PCdoB e PSOL. O proletariado internacional deve exigir a libertação imediata de Maduro e de todos os prisioneiros de guerra do imperialismo norte-americano!
