O governo do chacal Trump e o consórcio da mídia corporativa (CNN, Globo e afins…) apresentaram o sequestro de Maduro pela CIA com a “ante-sala” da queda do regime nacionalista burguês venezuelano, cantilena que logo foi “papagaiada” por setores da exquerda reformista. Nada mais falso! O regime continua de pé, o alto-comando das Forças Armadas Bolivarianas está intacto, as tropas estão mobilizadas, os meios de comunicação nacionais ativos (Telesur, TVT…) e o mais importante: as massas estão nas ruas em apoio ao governo do PSUV (inclusive em brigadas armadas) e exigindo a liberdade imediata de Maduro das garras do imperialismo ianque. Fazemos esse breve “esclarecimento” estabelecendo um correlato político histórico com a o Eixo da Resistência que teve vários alto-dirigentes palestinos mortos pela CIA/Mossad mas que apesar dos revezes essas perdas não quebraram o poder de combate e a capacidade de ação do Hamas em enfrentar o enclave sionista e manter sua atividade como principal guerrilha palestina até hoje!
Relembremos do assassinato de Ismail Haniya, líder máximo do Hamas, em um ataque realizado pela CIA/Mossad em julho de 2024 contra a sua residência em Teerã em meio a celebrações nacionais na nação persa. Haniyeh era considerado o “inimigo número 1” de Israel mas sua morte não quebrou a resistência palestina e nem as heróicas ações contra o enclave terrorista que se mantiveram firmes até a trégua recente mostrando a força do Hamas que segue ativo e forte na Faixa de Gaza.

Depois, em outubro de 2024, Sinwar caiu morto em pleno combate nas ruas e vielas de Gaza, não estava escondido nos túneis do Hamas ou exilado no Catar, mas combatendo de “peito aberto” para enfrentar os sionistas colocando em dúvida a suposta superioridade israelense em termos de “inteligência militar”.
Em maio de 2025 o novo dirigente da Resistência Palestina e então comandante em chefe das forças militares do Hamas na Faixa de Gaza, Mohammed Sinwar, foi assassinado pelos ratos covardes sionistas mas seu exemplo de luta gerou milhares de novos combatentes ativos até hoje!
Citamos “apenas” esses três exemplos para reafirmar que o sequestro de Maduro pela CIA não significa o fim do regime nacionalista burguês, tudo depende da capacidade de mobilização das massas e de sua vanguarda militante para enfrentar a ofensiva imperialista superando no calor dos combates os próprios limites das direções burguesas e do alto-comando das FFAA bolivarianas como nos ensinou Trotsky forjando assim uma direção comunista revolucionária!
