Desde que a guerra de libertação da nação palestina começou em 7 de outubro de 2023, as forças militares israelenses relataram oficialmente a morte de cerca de 899 soldados e 6.204 feridos. De acordo com informações divulgadas no último sábado (23/08) pelo exército israelense, 899 soldados israelenses foram mortos na Faixa de Gaza, e desse número, aproximadamente 454 foram mortos em confrontos diretos terrestres.
Outros 6.204 soldados israelenses ficaram feridos, incluindo 2.876 desde o início da invasão terrestre em Gaza. Treze soldados estão hospitalizados em estado grave, 150 em estado moderado e três em estado leve. O exército israelense também informou que 74 soldados foram mortos em acidentes operacionais em Gaza desde o início dos ataques contra o enclave costeiro palestino.
Na quinta-feira passada , o Primeiro-Ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou que aprovará um plano militar para ocupar a Cidade de Gaza. O exército israelense planeja convocar 60.000 reservistas e estender o serviço para mais 20.000.
Por sua vez, o Movimento de Resistência Armada Palestina (HAMAS) alertou que ocupar a faixa costeira “Não será fácil
para Israel, e terá um custo alto e exorbitante para os ocupantes e seu exército fascista”.
Apesar do assassinato de mais de 90 mil palestinos(na grande maioria mulheres e crianças), da devastação causada e do deslocamento forçado de quase toda a população de Gaza, a guerrilha das forças militares da Resistência Palestina, encabeçadas pelo Hamas, infligiu a maioria derrota da história do enclave sionista de Israel.
Somente os cretinos da esquerda reformista não querem ver que existe uma guerra de libertação palestina em curso, e apesar da imensa assimetria bélica e logística entre as forças, os heróicos combatentes do Hamas são vitoriosos até este momento.